Cursos de atualização em Teologia

25 05 2007

No intuito de capacitar ainda mais os pastores e ex-alunos, o Seminário Simonton está oferecendo um curso de atualização em Teologia. Esse curso de rápida duração será uma espécie de reciclagem Teológica, visando aprimorar e atualizar os conhecimentos dos alunos, equipando-os para o melhor desempenho de suas funções na docência pastoral.

  • Público-alvo: pastores, principalmente ex-alunos da casa;
  • Carga horária: 20 horas/aula, cumpridas em 5 encontros de 4 horas/aula cada;
  • Mínimo para uma turma: 20 alunos;
  • Certificado: Ofereceremos um certificado de participação para os que comparecerem a quatro encontros no mínimo.

*IMPORTANTE: Estamos fazendo uma pesquisa para sabermos qual a área de maior interesse dos alunos. Caso você esteja interessado em fazer esse curso e participar, clique aqui e faça o download da nossa pesquisa. Depois envie o arquivo para rev.pauloseverino@seminariosimonton.com para que possamos elaborar um curso que vá ao encontro de sua necessidade!



Revista Teológica do Seminário Simonton!

11 05 2007

Vem ai o nº 4 da Revista Teológica do Seminário Simonton! O propósito da revista é apresentar o pensamento Teológico Reformado relacionado a questões relevantes e atuais, para que o povo de Deus veja a riqueza dos assuntos pertinentes, apresentados de forma simples para a maior compreensão. Em nossa revista o leitor encontrará grande variedade de temas e abordagens, bem como diferentes graus de complexidade nos assuntos tratados. Queremos oferecer aos nossos líderes, aos membros das igrejas e a outras pessoas interessadas a oportunidade para a reflexão, debate e aprendizado em diversas áreas, para a vida e o testemunho cristão!

Em algumas semanas você terá o acesso a esse novo exemplar! Aguarde…



IPB se pronuncia a respeito das leis sobre o aborto e a homofobia

10 05 2007

Presidente do Supremo Concílio, rev. Roberto Brasileiro publica artigo com a posição da denominação frente a assuntos que estão mobilizando o país.

Na qualidade de Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, diante do momento atual em que as forças organizadas da sociedade manifestam sua preocupação com a possibilidade da aprovação de leis que venham labutar contra a santidade da vida e a cercear a liberdade constitucional de expressão das igrejas brasileiras de todas as orientações, venho a público me MANIFESTAR quanto à prática do aborto e a criminalização da homofobia.

I – Quanto à prática do aborto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reconhece que muitos problemas são causados pela prática clandestina de abortos, causando a morte de muitas mulheres jovens e adultas. Todavia, entende que a legalização do aborto não solucionará o problema, pois o mesmo é causado basicamente pela falta de educação adequada na área sexual, a exploração do turismo sexual, a falta de controle da natalidade, a banalização da vida, a decadência dos valores morais e a desvalorização do casamento e da família.

Visto que: (1) Deus é o Criador de todas as coisas e, como tal, somente Ele tem direito sobre as nossas vidas; (2) ao ser formado o ovo (novo ser), este já está com todos os caracteres de um ser humano e que existem diferenças marcantes entre a mulher e o feto; (3) os direitos da mulher não podem ser exercidos em detrimento dos direitos do novo ser; (4) o nascituro tem direitos assegurados pela Lei Civil brasileira e sua morte não irá corrigir os males já causados no estupro e nem solucionará a maternidade ilegítima.

Por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico, quando não houver outro meio de salvar a vida da gestante.

II – Quanto à chamada Lei da Homofobia, que parte do princípio que toda manifestação contrária à homossexualidade é homofóbica e caracteriza como crime essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre a homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.

Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna, em 1988, já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, “(…). desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher” (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1 Coríntios 6.9-11).

Ante ao exposto, por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada Lei da Homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática da homossexualidade não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas as orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.

Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil não pode abrir mão do seu legítimo direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo.

Patrocínio, Minas Gerais, abril de 2007 AD.

Rev. Roberto Brasileiro
Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil

FONTE: Site da IPB



Igreja Metodista também se pronuncia sobre a lei da Homofobia

10 05 2007

O Colégio Episcopal da Igreja Metodista reunido em São Paulo, nos dias 11 e 12 de abril de 2007, cumprindo sua responsabilidade pastoral, tendo em vista a tramitação do projeto de lei no Congresso Nacional sob nº 5003 de 2001, que criminaliza toda e qualquer manifestação contra a opção sexual do homossexualismo, chamada de “lei contra a homofobia”, vem diante do seu rebanho pronunciar-se acerca do tema da seguinte forma:

1) Reconhece que há na sociedade brasileira manifestações de natureza discriminatória de todo tipo, e inclusive contra as pessoas homossexuais. Tais manifestações não fazem justiça aos direitos individuais, nem, tão pouco, à tradição cristã de reconhecer qualquer ser humano como criatura divina e ao mandamento bíblico de amar o próximo como a si mesmo.

2) Entende que esta liberdade individual, de aceitar uma sexualidade homossexual, não a torna correta por si mesma. Tampouco impede que quem dela discorde, expresse sua opinião contrária. Numa sociedade democrática se reconhece o direito de escolha, mas também nesta sociedade os valores individuais, e mesmo de segmentos, não podem se impor sobre os valores de outras comunidades específicas, por exemplo, as Igrejas Cristãs. Assim, tal lei ora em discussão retomaria os princípios de censura de consciência e opinião típicas do fascismo e das ditaduras que tantos males causaram à humanidade.

3) Afirma o ensino Bíblico de que Deus criou homem e mulher, e esta é a orientação sexual reconhecida pela Igreja. E este mesmo ensino Bíblico classifica como um pecado a prática do homossexualismo. Deste modo, é inalienável o direito da Igreja de pregar e ensinar no privado e no público contra a prática homossexual como um pecado e desobediência aos ensinos de Deus. O fato da Igreja compreender o homossexualismo desta maneira não a impede de receber, acolher e dialogar com os homossexuais. A Igreja quer, no entanto, preservar o seu direito de questionar a conduta humana, qualquer que seja ela, inclusive a conduta homossexual, de modo a poder desempenhar sua missão de pregar a reconciliação do ser humano com Deus, com o seu próximo e consigo mesmo.

O Colégio Episcopal reafirma o seu compromisso com os valores do Reino de Deus, conforme estabelecidos na Escritura Sagrada, e exorta a Igreja no sentido de acolher todas as pessoas com amor, na busca de uma vida plena.

São Paulo, 12 de abril de 2007.

Bispo João Carlos Lopes - Presidente
Bispo Luiz Vergílio Batista da Rosa - Vice-Presidente
Bispo Adonias Pereira do Lago - Secretário
Bispo Paulo Tarso de Oliveira Lockmann
Bispo Adriel de Souza Maia
Bispo Roberto Alves de Souza
Bispa Marisa Freitas Coutinho
Bispo Adolfo Evaristo de Souza
Bispo Stanley da Silva Moraes
Bispo Geoval Jacinto da Silva
Bispo Nelson Luiz Campos Leite

Sede Nacional da Igreja Metodista:
Avenida Piassanguaba nº 3031 - Planalto Paulista - CEP 04060-004 - São Paulo - SP - BRASIL
web: www.metodista.org.br / e-mail: sede.nacional@metodista.org.br
Tel 55 (11) 6813-8600 / Fax 1º 55 (11) 6813-8635 / Fax 2º 55 (11) 6813-8632



Vestibular Unificado 2008

7 05 2007

*Ainda não foram fornecidas pela JET as informações do Vestibular Unificado 2008. Seguem abaixo os critérios adotados no Vestibular Unificado 2007. (Obs. Lembramos que pode haver alterações para o vestibular 2008).

Classificação e Aprovação.As provas serão corrigidas pelo seminário de sua opção, conforme gabarito oficial fornecido pela Comissão de Vestibular nomeada pela JET, a qual divulgará publicamente os resultados em data a ser estabelecida.A nota final de cada candidato será a soma dos pontos obtidos em cada uma das quatro provas.Será considerado reprovado o candidato que:

  1. Obtiver menos de 75 pontos, dentre o total de 150 pontos possíveis;
  2. Obtiver cinco ou menos pontos em qualquer das provas, exceto nas provas de “Conhecimentos Gerais da Bíblia” e “Português e Literatura”, nas quais é necessário o mínimo de 20 pontos em cada uma delas.

Sempre que o número de candidatos para um dado curso e turno for maior que o número de vagas oferecido, a classificação dos mesmos será feita pela ordem decrescente das notas finais.O desempate será feito, sucessivamente, por:

  1. Número total de pontos obtido na prova de Conhecimentos Gerais da Bíblia;
  2. Número de pontos obtido na prova de Língua Portuguesa;
  3. Critério de idade, dando-se preferência ao candidato de mais idade até que se completem as vagas.

Conteúdo das provas.As provas do Concurso Vestibular serão realizadas uma única fase e em um único dia, com exames específicos nas seguintes áreas:

I – Conhecimentos Gerais da Bíblia - A prova de Conhecimentos Gerais da Bíblia será composta de 40 questões, sob a forma de testes de múltipla escolha, com 5 (cinco) alternativas, valendo 1 ponto cada questão, as quais devem permitir que os candidatos evidenciem facilidade do manuseio da Bíblia Sagrada, inclusive no domínio geral dos períodos bíblicos e seus personagens principais, entrosamento dos livros proféticos com os livros históricos, harmonia dos evangelhos e relação entre as epístolas paulinas e o livro de Atos. Para a realização destas questões é recomendável que o candidato estude, no mínimo, as seguintes obras: Bíblia de Genebra - Introdução e esboço de cada livro (Editora Cultura Cristã), Manual Bíblíco Vida Nova (Editora Vida Nova) ou Manual Bíblico de Haley (Editora Vida Nova ou Editora Vida). É aconselhável a leitura metódica da Bíblia Sagrada.

II – Conhecimento dos Símbolos de Fé da Igreja Presbiteriana do Brasil - A prova de Conhecimentos dos Símbolos de Fé da Igreja Presbiteriana do Brasil será composta de 25 questões, sob a forma de testes de múltipla escolha, com 5 (cinco) alternativas, valendo 1 ponto cada questão, as quais devem permitir que os candidatos evidenciem conhecimento das principais pontos do sistema doutrinário adotado pela IPB tal como exposto na Confissão de Fé de Westminster e nos Catecismos Maior e Breve ( Editora Cultura Cristã).

III – Português e Literatura - A prova de Língua Portuguesa e sua Literatura constará de 40 questões, sob a forma de testes de múltipla escolha, com 5 (cinco) alternativas, e mais uma Redação. Nesta prova, cada questão de múltipla escolha valerá 1 ponto, e a Redação valerá mais 20 (vinte) pontos.Vinte das questões, na forma de testes de múltipla escolha, deverão permitir que o candidato evidencie domínio da norma culta da língua portuguesa, inclusive quanto à ortografia e morfossintaxe das classes de palavras: flexão nominal e verbal, expressão de tempo, modo, aspectos e voz; correlação de tempos e modos, concordância nominal e verbal, regência nominal e verbal, pronomes, advérbios e conectivos. Para a realização destas questões é recomendável que o candidato estude, no mínimo, uma das seguintes obras: Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha; Gramática Essencial da Língua Portuguesa, de Luiz Antonio Sacconi; Gramática Normativa da Língua Portuguesa, de Rocha Lima. Normas de Comunicação

em Língua Portuguesa de Hêndricas Nadólskis. O programa para o vestibular constará dos seguintes pontos: Ortografia: orientações ortográficas; encontros vocálicos e consonantais; sinais de pontuação. Acentuação gráfica: sílaba; divisão silábica; sílaba tônica; regras de acentuação gráfica. Crase. Morfologia: prefixos e sufixos; classes de palavras. Pronomes: pessoal; demonstrativo; possessivo; relativo. Colocação dos pronomes oblíquos átonos. Verbo: conjugação; emprego dos tempos verbais. Regência verbal e nominal. Concordância: verbal e nominal. Sintaxe: frase, oração e período; termos da oração. Semântica: sinônimos, antônimos, homônimos e parônimos; figuras de linguagem.Outras vinte questões, formuladas na forma de testes de múltipla escolha, deverão permitir que o candidato evidencie a capacidade de ler, compreender e interpretar criticamente textos de toda natureza, literários e não-literários, sabendo reconhecer os elementos de coesão e fatores de textualidade que lhes dão coerência. Para a formulação dessas questões assume-se que o candidato tenha lido, obrigatoriamente, as seguintes obras: “Poema sujo” de Ferreira Gullar (Editora: Civilização Brasileira), “Amor de capitu” de Fernando Sabino (Editora Ática), “Vida nas mãos de Deus” de Geraldo Braz dos Santos (Este livro será enviado a todos os inscritos sem nenhum custo). Bibliografia sugerida de literatura: Literatura Brasileira de William R. Cereja e Thereza C. Magalhães (Editora Atual), Literatura Brasileira: das origens aos nossos dias, de José de Nicola (Editora Scipione), Livros Didáticos de Literatura para o 2º grau (Atual Ensino Médio).A redação consistirá de uma dissertação na qual o candidato deverá demonstrar capacidade para expor uma tese, apresentar os argumentos contrários e a favor da mesma e fornecer conclusões a partir de tema que mobilizem conhecimentos e opiniões. Espera-se que o candidato demonstre o domínio dos recursos lingüísticos necessários para a composição de textos coerentes, construídos em uma linguagem formal adequada à situação.Na correção da redação, serão examinados cinco aspectos que os avaliadores considerarão, tanto quanto possível, separadamente. A cada um deles podem ser atribuídos até 4 pontos:

  1. Capacidade do candidato para elaborar um texto em prosa adequado ao tema proposto;
  2. Habilidade para desenvolver o tema de maneira consistente ao longo de todo o texto, demonstrando uso adequado da estrutura dos parágrafos e das frases, bem como da correta hierarquização e correlação das informações apresentadas;
  3. Aptidão para estruturar o texto de maneira coesa (nas frases, períodos e parágrafos) e coerente em suas idéias, demonstrando concisão.
  4. Propriedade, pertinência e abrangência do vocabulário empregado (tanto à exposição de idéias, como aos padrões éticos predominantes na Igreja Presbiteriana do Brasil), além de ortografia, morfologia, sintaxe e pontuação;
  5. Maturidade da posição do candidato, a elaboração crítica, a solidez de seus argumentos e sua inventividade na condução dos mesmos.

IV - Prova de Língua Inglesa - A prova de Língua Inglesa constará de 25 questões, sob a forma de testes de múltipla escolha, valendo 1 ponto cada questão, com o objetivo de avaliar a capacidade de compreensão de textos em língua inglesa, cujo grau de dificuldade seja compatível com o ensino fundamental e médio. A prova testará a habilidade e competência do candidato para leitura em língua inglesa. O candidato deverá ter em mente que “saber ler” não é uma tarefa passiva de simples decodificação do sentido das palavras. Trata-se de uma atividade ativa, de construção de sentido, em que o leitor tem um papel fundamental, utilizando, ao mesmo tempo, seus conhecimentos da estrutura e do vocabulário da língua e seu conhecimento prévio, que engloba seu conhecimento de mundo, do contexto sócio-histórico em que vive, seu conhecimento prévio específico do assunto, e de como os textos se organizam e funcionam. Não é objetivo da prova testar conhecimento abstrato sobre a língua inglesa e, por isso, ela não conterá questões que testem pontos gramaticais isolados. O conhecimento de gramática será importante na medida em que serve para a compreensão do texto, isto é, uma gramática funcional que será útil para o reconhecimento pelo leitor de estruturas e vocabulário básicos da língua. As perguntas sobre os textos em inglês serão formuladas em português e as respostas também serão dadas

em português. Os textos versarão sobre temas relacionados à área de teologia.Por ocasião da realização das provas não será admitida qualquer forma de consulta, devendo as dúvidas, se houver, serem esclarecidas com o responsável pela aplicação das provas.Para maiores informações sobre o Vestibular Unificado 2008, entre em contato diretamente com a JET (Junta de Educação Teológica): Rua da Consolação, 869 – Mezanino – Higienópolis. Cep: 01302-907 – São Paulo, SP.Telefone: (11) 3236-8690 ou 3236-8405.



Semana Teológica

7 05 2007

Acontecerá nos dias 01/10 à 05/10, com a abertura na Igreja Presbiteriana do Méier e nos demais dias a programação prosseguirá em nosso seminário. Desde já convidamos você a participar e divulgar esse evento!