Uma Fé Exemplar (Lucas 7.1-10)

27 05 2008

FéO que caracteriza uma fé exemplar? Milagres, curas, dons? Nesse texto, Rev. Paulo Severino extrai algumas lições preciosas com base no texto da cura de um cinturião, em Lucas 7.

Leia um pequeno trecho: “…Todos somos chamados a ser pessoas de fé. Sem fé, não há agrado de Deus, não há salvação, não há vida cristã. Trata-se aqui de uma fé elogiada pelo próprio Senhor Jesus – e curioso: fé de um gentio, um pagão, não de um membro do povo de Deus. Trata-se, em uma palavra, de uma fé exemplar, que deve, portanto, ser imitada por todos os crentes em Cristo. Vamos, pois, refletir brevemente sobre a fé do centurião, UMA FÉ EXEMPLAR…”

Para ler todo o texto, clique aqui.



O Corpo é Um

19 05 2008

Domingo da Trindade No presente artigo (clique aqui para ler), o Rev. Paulo Severino faz algumas considerações sobre a unidade da Igreja, a partir do texto clássico de 1 Coríntios 12.12-26, a propósito do Domingo da Trindade, celebrado ontem, e à luz desta que é a doutrina distintiva da fé cristã.



Diaconia (Aula 5)

18 05 2008

A dimensao profética da diaconia“A Dimensão Profética da Diaconia”. Esse é o tema da aula nº 5 do Rev. Nelson Célio de Mesquita Rocha. Confira um trecho da aula: “O fundamento da missão diaconal da Igreja é Jesus Cristo. Jesus não somente anunciou a boa nova do Reino, mas a concretizou em sua vida, em suas palavras e gestos. Ao mesmo tempo em que Jesus anunciava o Reino, já o antecipava de forma concreta na história, começando pelos mais desamparados (Lc 7.22). Analogamente, a Igreja tem a tarefa de prolongar a esperança proclamada por Jesus, ao mesmo tempo em que realiza em gestos de libertação da opressão, de solidariedade para com os fracos, e de reativação de todas as energias de bondade e superação do egoísmo”. Para ler todo o texto da aula clique aqui.

Confira abaixo todos os outros textos da série:



A Ascensão de Jesus - Atos 1.6-11

11 05 2008

A Ascenção de JesusNesse tempo em que nos aproximamos do Pentecostes, separamos um texto preparado pelo professor Rev. Paulo Severino falando sobre a ascensão de Jesus. Confira um trecho: “Quarenta dias após a Páscoa, dez dias antes do Pentecostes, ocorre a Ascensão de Jesus – que significa esse lance de sua vida?… Ascensão, portanto, é exaltação/glorificação do Senhor ressurreto, que não perde o contato conosco, mas continua espiritualmente presente. Não é o fim do ministério de Jesus, nem da história de Deus com os homens – Jesus voltará fisicamente, como juiz, e aí sim virá o fim. E como fica a Igreja neste ínterim, entre a primeira e a segunda vindas do Senhor?” Para continuar lendo esse texto, clique aqui.



Pentecoste e Dia das Mães

9 05 2008

The Mother's Day holidayNo próximo domingo, os brasileiros de um modo geral estarão comemorando o dia das mães. Contudo, em que pese à importância da mãe na família cristã, tal festividade tenderá a eclipsar um outro evento que acontecerá na mesma data: o Dia de Pentecoste.

Pentecoste (s) é uma palavra grega que significa cinqüenta dias. No caso específico da tradição judaico-cristã se refere ao número de dias entre o início da Páscoa e a oferta do molho de cevada, que marcava o começo de sua colheita. Visto que esse tempo corresponde a sete semanas, o qüinquagésimo dia era chamado de “Festa das Semanas” (Ex 34.22; Dt 16.10).

As principais festas religiosas de Israel estavam ligadas ao ciclo agrícola na nação. A Festa dos Pães Asmos (Páscoa) ocorria em março ou abril, como celebração da primeira colheita da cevada. Sete semanas depois, ocorria a Festa das Semanas, que celebrava a sega ou ceifa de outras safras de cereais, tais como o trigo.

A partir do período inter-testamental, a Festa de Pentecoste passou a ser considerada como o aniversário da transmissão da Lei, no Sinai (Talmude Babilônico). A Páscoa, especialmente para o partido dos fariseus, constituía um evento que antecedeu e preparou o povo para o recebimento, no Pentecoste, de uma bênção maior, a Lei.

À Vista disso, após a morte, ressurreição e ascensão de Jesus, nada mais apropriado que a vinda do Espírito Santo nesse dia especial. Nasce, pois, no Pentecoste, a Igreja do Senhor, em sua plenitude, o Corpo Vivo de Cristo. Os discípulos e demais seguidores de Jesus receberam poder para testemunhar de Cristo e constituir uma Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica, que devem ser os atributos da Igreja Cristã de todos os tempos. A pergunta que fica é: Somos fiéis a essa herança recebida?

Segundo, falemos um pouco sobre o Dia das Mães. A figura da mãe, ao longo dos tempos, sempre foi venerada e lembrada festivamente. Um dos mais antigos registros dessas comemorações teve origem na Grécia Antiga, quando a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a mãe dos deuses.

Nos tempos modernos, o dia das mães passou a ser efetivamente comemorado a partir da iniciativa de uma mulher metodista americana chamada Anna Jarvis. Em 1914, o presidente Wilson assinou um decreto estabelecendo o dia nacional das mães, enfatizando o papel da mulher em sua família. A partir de então, o dia das mães tem sido comemorado no segundo domingo de maio. Em pouco tempo, dia das mães passou a ser um ótimo negócio para o comércio, para a tristeza da idealizadora Anna Jarvis.

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Ora, o fundador da ACM em nosso País foi o presbiteriano norte-americano Myron Clark. Esse foi, certamente, o motivo que levou a ACM gaúcha a primeiro comemorar o dia das mães no Brasil. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio, também para o Brasil.

Por Presb. José Roberto da Silva Costanza

Professor de História da Igreja e História da IPB do Seminário Simonton.



O Trabalho na Visão Bíblica

1 05 2008

1º de maio - Dia do trabalho - O trabalho na visão bíblicaDia 1º de maio: DIA DO TRABALHO. Pensando nisso, nós disponibilizamos um texto preparado especialmente para essa ocasião pelo Rev. Dr. Paulo Severino. Confira um trecho do texto: “O trabalho é uma realidade muito importante na vida humana. É característica também da vida divina. Cremos num Deus trabalhador, que atua não apenas na criação, mas também na providência, no sustento e na conservação do mundo… A Bíblia tem uma visão positiva do trabalho, que contrasta com a de outras culturas. Na cosmovisão bíblica, todo trabalho é valorizado por igual, seja intelectual, seja manual. Pois todos são necessários, mesmo os que parecem menos relevantes. O ideal do trabalhador é encarnado pelo rabi, que desenvolve trabalho intelectual, imprescindível à vida da comunidade, mas também ganha o sustento com o trabalho de suas mãos. É o que se vê nas vidas de Jesus (o carpinteiro), Paulo (o fazedor de tendas) e Pedro (o pescador), por exemplo. De fato, todas as pessoas devem trabalhar. Mas, por que trabalhar? Como encarar o trabalho à luz da visão bíblica?” Para ler todo o texto e entender melhor essas questões basta clicar aqui.