Semana Teológica 2008

27 07 2008

Dos dias 29 de setembro a 2 de outubro, será realizada a Semana Teológica 2008. Estaremos tratando de questões relacionadas aos primórdios do presbiterianismo no Brasil, já no clima das comemorações do Sesquicentenário da chegada de Simonton ao país. Encerrando uma semana tão especial do nosso calendário, no dia 3 de outubro, teremos o Culto de Gratidão a Deus pelos 22 anos do nosso Seminário. Aguarde para breve outras informações, reservando desde já essas datas para estar conosco.

Para ver as fotos da Semana Teológica 2007, clique aqui. Confira também os textos das palestras “Exegese Bíblica: Importância e Prática” e “Criação e Salvação“, ministradas na Semana Teológica 2007.



Volta Às Aulas

27 07 2008

No próximo dia 4 de agosto, às 19:00h, na Igreja Presbiteriana do Méier (Rua Dr. Pache de Faria, 58), será realizado o culto de abertura do segundo semestre letivo de 2008. Teremos como pregador um dos mais antigos professores da casa, o Rev. Isaías Cavalcanti da Silva. Você e sua família são nossos convidados especiais.



Curso Pré-Vestibular

27 07 2008

Atenção, você que é aspirante ou candidato ao Sagrado Ministério, ou que simplesmente deseja estudar teologia conosco. No mês de outubro, estaremos oferecendo um breve curso visando preparar os candidatos ao Vestibular Unificado dos Seminários da IPB, geralmente realizado em novembro. Dele constarão matérias exigidas no exame de seleção: Português, Conhecimentos Bíblicos e de Símbolos de Fé. Reserve sua vaga entrando em contato com a Secretaria do Seminário, pelo email secretaria@seminariosimonton.com, ou pessoalmente.



Aguardando o Tempo da Colheita

22 07 2008

Como aprender a conviver com o mal e entender melhor a providência de Deus? Em dias tão difíceis, nós cristãos, precisamos aprender a nos posicionar diante de tais indagações. O tempo da colheita está próximo! Confira um trecho do texto escrito pelo Rev. Paulo Severino, baseado em Mateus 13.24-30: “Uma constatação que todos nós podemos fazer é a de que bem e mal estão juntos no mundo, caminham lado a lado, apresentam-se frente a frente na história… Isto gera em nós desconforto e perplexidade, fazendo-nos indagar: Como pode ser assim?… Como é possível que o mal também esteja ainda presente e atuante?…  A parábola do joio e do trigo visa responder a indagações como as que fazemos, e orientar a nossa atitude e ação diante da realidade do mal no mundo… Na parábola, os servos, vendo a presença de joio no campo, crescendo junto com o trigo, perguntam, no v. 27: ´Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio?` Eles também fazem uma segunda pergunta, no v. 28: ´Queres que vamos e arranquemos o joio?`… A lição da parábola é clara. Ela quer ensinar que filhos de Deus e filhos do maligno terão de conviver juntos até o fim dos tempos, até o dia do juízo final… E como havemos de proceder neste ínterim? Será que nada podemos nem devemos fazer até a chegada do juízo? Como aguardar o tempo da colheita?” Para ler o texto completo, clique aqui.



Sobre As Células-Tronco

18 07 2008

Confira, no breve artigo abaixo, uma palavra do Prof. José Roberto Costanza sobre o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas, um assunto de grande interesse para a Igreja e a teologia, visto que toca à questão da vida humana. Que seja um convite à reflexão e ao debate.

“Como participante de um grupo na Internet formado principalmente por ministros presbiterianos, tenho acompanhado os debates sobre a questão “células-tronco”, que foi alvo de recente avaliação jurídica por parte do STF.

De um modo geral, a liderança atual da Igreja tende ser contra a liberação das pesquisas relativas às células-tronco a partir de embriões que seriam “destruídos”, por decurso de tempo adequado para seu uso em prol da vida, ou seja, em mulheres que têm problemas para engravidar pelos meios naturais. O argumento principal desses colegas é o de que o embrião é um ser completo, com corpo e alma, e, portanto, não passível de manipulação pelos homens. A principal base bíblica aventada está no Evangelho de Lucas (Lc 1.15, 41). Em termos doutrinários, os símbolos de fé presbiterianos são reticentes ou omissos quanto a esta questão, em especial no que se refere à origem da alma.

Grandes teólogos do passado, como Agostinho, se declararam incompetentes para escrever sobre assunto tão complexo. Mais recentemente, o holandês reformado Gerrit C. Berkouwer chama a discussão entre criacionismo e traducianismo de “questão infrutífera”.

Um outro aspecto não menos importante é o referente à distinção entre embrião e feto. A ciência diz que Embrião é o produto da concepção (concepto), do momento da fecundação até 8 semanas de vida embrionária. Feto é o bebê em formação desta época até o fim da gestação.

À vista do exposto, mesmo considerando que, no ventre da mãe, já há um ser humano completo, ou seja, com corpo e alma, poder-se-ia considerar o embrião como esse ser? Ou somente haveria um ser completo a partir da 8ª semana, na condição de feto?

Assim sendo, dependendo do ponto de vista, para alguns teólogos, poderia não haver restrição ao uso do embrião “para o bem comum”. Ademais, as pessoas contrárias ao uso dos embriões “descartáveis” para pesquisas médicas, deveriam, antes de tudo, combater sua descartabilidade, a sua condenação à morte. Indo mais longe: deveriam ser contra todo e qualquer tipo de clínica de fertilidade, que preconize métodos que não os naturais. Ficar na metade, no meu entender, não satisfaz às exigências teológicas mais ortodoxas.

No amor de Cristo, que nos une,

José Roberto Costanza (Th.M)”



Sofrimentos do Passado

14 07 2008

FelicidadeMais um excelente texto do Rev. Dr. Paulo Severino, falando sobre a relevância da recordação dos atos salvíficos de Deus. Confira um trecho: “…Quão grande é a importância da memória… Que recordamos na Ceia? O amor de Deus em Cristo (Jo 3.16), e o amor do próprio Cristo por nós (Jesus é o Bom Pastor, que dá a vida pelas ovelhas, e o faz voluntariamente, espontaneamente; cf. Jo 10). Como é este amor? É de doação integral, de entrega total e completa. João 13.1 diz que Jesus nos amou até ao fim, ou seja, foi às últimas conseqüências em seu amor por nós. Ceia é anúncio da morte do Senhor – para lembrarmos até que ponto ele nos amou. Só por isso seu amor pode ser plenamente acreditado. Amor só é verdadeiro quando é de 100%, sem reservas. Para que este amor? Para nossa salvação (Mc 10.45; novamente Jo 3.16). Salvação é vida eterna na comunhão de Deus, para a qual fomos criados; é ter a condição de filhos e filhas de Deus. Ceia é memória, recordação; é ocasião de trazer de volta ao coração tudo o que Deus fez por nós, atualizando seu amor para o nosso hoje. Para promover essa atualização, é preciso olhar para trás… Nossa reflexão de hoje não será sobre as coisas boas do passado, mas sobre as ruins, que também precisam ser recordadas. Por que lembrar o sofrimento do passado? Porque é parte de nossa vida humana, de toda vida verdadeiramente humana (lembremo-nos do célebre poema de Francisco Otaviano). E tudo isso para quê? Basicamente, com três finalidades devemos recordar os sofrimentos do passado…”. Para ler todo o texto, clique aqui.



A Única Coisa Necessária

2 07 2008

A Única Coisa NecessáriaQual é a única coisa necessária, a necessidade humana fundamental? O ser humano tem necessidades de vários tipos: físicas (comer, beber, dormir), estéticas (arte), de convívio (ordem social, com seus costumes e convenções), de justiça (direito e suas leis), de lazer (jogo, esporte), espirituais (religião) etc. Faz parte da nossa condição de criaturas o ter necessidades. Não há nem pode haver quem não tenha necessidades. É curioso, portanto, que haja pessoas que digam: Nada tenho a pedir, só a agradecer. Não faz sentido. Só Deus não tem necessidade alguma, e por isso é Deus. A palavra de Jesus não nega este fato de que temos diversas necessidades; antes, ela mostra que precisamos dar uma ordem de prioridades às nossas necessidades, que não são todas do mesmo nível de importância. E mais: ela nos ajuda a perceber que não precisamos de tantas coisas assim. Inventamos muitas necessidades, ou deixamo-nos levar por necessidades artificiais criadas por outros – pela propaganda, por exemplo, que nos bombardeia o tempo todo para incutir em nós desejos muitas vezes fúteis e falsas necessidades. Para ler todo o texto do Rev. Dr. Paulo Severino, clique aqui.